Também conhecida como anis, a erva-doce é uma planta medicinal com sabor adocicado e aroma intenso, utilizada na culinária, em perfumaria e como aromatizante. Suas sementes são usadas como chá medicinal para acalmar, reduzir o inchaço e evitar a retenção de líquidos, melhorar prisão de ventre e aliviar cólicas.
A planta contém vitamina C, potássio, ferro, manganês, fibras, cálcio, vitamina A, vitaminas do complexo B, antioxidantes e possui ação diurética, relaxante muscular, antiespasmódica e anti-inflamatória.
A erva-doce é comumente confundida com o funcho, apesar das semelhanças entre as sementes das plantas, elas não são iguais. O funcho possui flores amarelas, suas sementes são maiores e a planta pode chegar a medir mais de 1 metro de altura, enquanto a erva-doce, possui flores brancas e pequenas, suas folhas são semelhantes às folhas do coentro e sua planta não cresce muito.
Usada também como cosméticos, ela pode ser encontrada como extrato seco e óleo, em lojas de produtos naturais e farmácias de manipulação.
Benefícios da erva-doce
- Diminui a acidez estomacal;
- Ajuda a combater a inflamação no organismo;
- Elimina o inchaço abdominal;
- Auxilia na boa digestão
- Espasmos musculares;
- Cólicas menstruais;
- Inflamações na garganta;
- Controla a pressão arterial;
- Combate o mau-hálito;
- Dores de cabeça;
- Alivia o estresse.
Como consumir a erva-doce
A erva-doce pode ser usada como chá e óleo essencial.
Sugestão de chá: coloque 1 colher de sopa de sementes em 300 ml de água, ferva por 5 minutos. Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos, coe antes de consumir.
Veja algumas outras formas de consumo.
- Semente;
- Chás;
- Sucos;
- Extrato e extrato seco;
- Receitas doces e salgadas;
- Óleos.
Cuidados e precauções
Assim como qualquer outra erva, a erva-doce também não deve ser consumida em excesso. Pessoas portadoras de epilepsia e gestantes devem consultar o médico antes de usar.
Ficha e Origem
Nome científico: Pimpinella anisum.
É uma planta cultivada em regiões de clima temperado e tropical, usada há milhares de anos por egípcios, gregos e romanos. No Brasil, a planta é cultivada em quase todo o país.
Bibliografia
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Revisão clínica
Nutricionista CRN-4 17101181
Pós-graduada em Nutrição Clínica pela UFRJ



